DESPESAS COM REFORMAS ESTÁDIOS PARA COPA 2014

Chegou ao meu conhecimento, e muitos devem saber igualmente, que para sediar a Copa de Futebol de 2014 o país gastou verdadeira fortuna em publicidade apelativa. Agora, um PPS recebido de amigos esclarece o montante que se irá gastar para a reconstrução - reformas em estádios já existentes - e construções de novas arenas para a prática futebolística.

O dinheiro não virá dos clubes, pois que a maioria deles anda na "corda bamba", financeiramente falando; muitos agremiações esportivas se acham mesmo no "vermelho": salários atrasados, encargos sociais nas mesmas condições e outros problemas inerentes ao mundo de negócios do futebol. Pois pasmem: o montante dessa despesas com estádios para a Copa de 2014 atingirá, de saída, R$ 5.713 bi. É uma "bagatela", para um país que nada em dinheiro, que distribui entre os países irmãos vultosas somas, que perdoa dívidas elevadíssimas aos países africanos e ainda financia não sei que obras ou situações na Grécia. Melhor é lacrar os cofres da Previdência, a fim de se evitar futuros transtornos àquela instituição e aos seus beneficiários.


sexta-feira, 28 de março de 2008

MINHAS CRÔNICAS NOTÍCIAS (NADA AGRADÁVEIS) DO BRASIL E EXTERIOR

Nova Friburgo, 28/03/08


(Segundo tempo)



Continuam os impasses no Senado a respeito das votações de emendas, de requerimentos e outros meios para legislar como manda a Constituição. Acho que os parlamentares de ambas as Casas Legislativas deveriam levar mais a sério as suas exigências e debater a questão ad-nauseam, a despeito dos parlamentares da base governista. Na sessão de ontem, quase se inciou outro "bate-boca" por conta da famosa noite em que o líder do govêrno no Senado pretendeu cercear o direito à oposição de falar quantas vezes achassem necessário, sem ferir o Regimento Interno. E à mesa da presidência da Casa continuam chegando mais Medidas Provisórias que entravam o bom andamento das votações incluindo os debates e votações que derrubariam vetos da Presidência, ou melhor: do Sr. Lula. Encontram-se na pauta (mas não se sabe quando), para votação, o aumento dos valores da aposentadoria para quem recebe mais de um salário-mínimo, num gesto de justiça aos que nada têm com os problemas de caixa do govêrno (leia-se INSS), e o fim do outro famigerado: o Fator Previdenciário, de triste existência. A desculpa, sempre a mesma, é que para se equiparar os reajustes nos mesmos índices aos do mínimo ( isonomia corretíssima) tem de haver recursos dentro do Orçamento da União. O engraçado (mas trágico) é que para se ajudar clubes esportivos em seus débitos para com o governo (impostos e INSS), logo se achou uma medida saneadora: a nova modalidade de loteria - outra arapuca! Por que não usar isso para suprir os bilhões necessários para pagar aqueles que fizeram por merecer? Será porque a ajuda aos clubes (futebol, principalmente) dão mais "destaque" à medida? Carream votos de uma população mal orientada e que se deixa enganar por balelas? Ou o povo está tão insensível aos problemas mais relevantes da Nação que agem como "robôs"? A ele pouco importa os sofrimentos dos idosos que não mais podem trabalhar? Somem-se a esses problemas a incrível "insensibilidade" do Sr. Lula e equipe econômica, mais a indiferença do Ministro da Previdência guindado de um Sindicato para a corte do INSS. Eles ficarão velhos, doentes, impossibilitados de produzir, mas não estão nem aí para isso, porque suas aposentadorias serão polpudas e reajustadas de acordo com os índices dados a quem estiver na ativa. E os escândalos dos repasses de verbas à ONGs? São bilhões a serem jogados fora, com gastos desavergonhados. Por que tanta ONG? Quem são os titulares (na certa laranjas) dessas famigeradas organizações não governamentais? Cortem-nas com Medidas Provisórias; sumam com elas do mapa e sobrará muito "cash" para dar a quem de direito. Vou parar por aqui, mas estou satisfeito com as posições dos parlamentares que hoje defendem (verdade?) com unhas e dentes a equiparação das aposentadorias dos idosos com os mesmos índices calculados para os que recebem apenas um mínimo. É a verdadeira antítese do governo: "pagar mais a quem ganhe menos, e menos a quem ganhe mais", assim como: "Repousa lá no céu eternamente e viva eu cá na terra sempre triste" (trecho de uma poesia de Camões). Essa política discriminatória igualará em pouco tempo todas as aposentadorias, para baixo. E chega!
Postado por Blog do Morani às 08:59

Um comentário:

Anônimo disse...

Obrigado por intiresnuyu iformatsiyu