DESPESAS COM REFORMAS ESTÁDIOS PARA COPA 2014

Chegou ao meu conhecimento, e muitos devem saber igualmente, que para sediar a Copa de Futebol de 2014 o país gastou verdadeira fortuna em publicidade apelativa. Agora, um PPS recebido de amigos esclarece o montante que se irá gastar para a reconstrução - reformas em estádios já existentes - e construções de novas arenas para a prática futebolística.

O dinheiro não virá dos clubes, pois que a maioria deles anda na "corda bamba", financeiramente falando; muitos agremiações esportivas se acham mesmo no "vermelho": salários atrasados, encargos sociais nas mesmas condições e outros problemas inerentes ao mundo de negócios do futebol. Pois pasmem: o montante dessa despesas com estádios para a Copa de 2014 atingirá, de saída, R$ 5.713 bi. É uma "bagatela", para um país que nada em dinheiro, que distribui entre os países irmãos vultosas somas, que perdoa dívidas elevadíssimas aos países africanos e ainda financia não sei que obras ou situações na Grécia. Melhor é lacrar os cofres da Previdência, a fim de se evitar futuros transtornos àquela instituição e aos seus beneficiários.


terça-feira, 4 de março de 2008

Poinciana

Eu era ainda um postulante à adolescência, porém já muito ligado à arte musical e, à época, o "charme" era qualquer canção interpretada pela "Voz", o saudoso e romântico Frank Sinatra. Minhas irmãs, mocinhas já adolescentes, tinham verdadeira paixão por ele. Aliás, todas as jovens dos tempos agourentos da Segunda Grande Guerra. Frank Sinatra surgiu nessa conturbada época de muitos medos.


Então, um dia, ao pé de um rádio "Phillips", tipo coluna, fui agraciado com essa maravilhosa, suave e doce "Poinciana" na voz de Sinatra.

Poinciana
árvore meiga e fraternal
vives em meu encanto emocional
Poinciana
teus galhos falam-me de amor
sonho, por sobre flores, multicor.
Sonho multicor
que de repente se acabou
sonhos folhas são
que murchas caem pelo chão...
Poinciana
Tu tens renúncia e solidão
cabes inteira em meu coração.

Poinciana...

Four Freshmen - Poinciana (1952)

4 comentários:

Heloise disse...

Salve Morani!
Estou vendo progressos. Parabéns pelo desafio e sucesso com o blog.
Poinciana tinha de ser o primeiro post, não acha?
Abraços. Helô.

Blog do Morani disse...

08.03.08

Sim, minha cara, tinha que ser por ter sido Poinciana a chave do segredo de grandes amizades. Bastou uma pergunta minha sobre se Poinciana era uma árvore, ou um arbusto, porque me lembra da parte:
"ponciana, teus galhos falam-me de amor...", portanto não devia se tratar de uma mulher e, mesmo nocomeço: "Poinciana, árvore meiga e fraternal... Fiquei muito emocionado por vc. ter aberto o blog com a nossa primeira conversa. Abraços, Morani

Blog do Morani disse...

COMO OS NENÚFARES DE GIVERNY

Já teci comentários anteriormente sobre o nosso mundo atual. Homens se transformam em ilhas solitárias se distanciando de arquipélagos pujantes de vida. Desconheço as razões que levam a certa camada de indivíduos aceitarem tão docilmente, no seio de seus egos, um sentimento tão facilmente encontrado atualmente: o egoísmo, consorciado ao egotismo e à egolatria.

De que valem esses sentimentos? Eles são no exato momento em que dominam mentes refratárias massagens ao ego dessas mentes nem tão brilhantes, ou nem tão superiores. E estão satisfeitas com os atributos de grandeza inigualável, que não têm, mas sempre acreditando nelas.

Repito aqui o que já disse num comentário, no blog do Nassif, atestando minha incontestável e natural humildade:

“Vinha por um deserto de amizades, à procura de um oásis ao meu descanso e para me dessedentar”. “Encontrei-o e me rejubilei com o achado.” “Deitei-me às sombras das tamareiras e de outras árvores, como flamboyants e poincianas.” “Adormeci.” “Ao acordar me vi sob forte sol porque este, caminhando pelo céu, me pôs ao desabrigo das sombras.” “Levantei-me.” “As palmeiras deixaram cair suas folhagens bem como as demais árvores; a Poinciana deixara cair suas folhas murchas pelos chãos.” “Caminhei então direto ao horizonte de luz que enxergava, à distância.” “Mas, antes, abençoei aquele oásis e todos os demais.” “Marchei em direção àquela LUZ tranqüilo e realizado”.

E a “LUZ” tinha um nome: HELÔ LIMA, a juizdeforana, que é um arquipélago a comungar com as insignificantes ilhas que a rodeiam, perto ou longe, e como os nenúfares belíssimos de GIVERNY, que desabrocham, ainda, no espelho pantanoso do lago de Monet.

Morani

Blog do Folly disse...

Grande Morani, tô gostando de ver seu Blog, ein? tá bom, Tá ótimo! visite o meu www.blogdofolly.blogspot.com